Quando a discussão depende de números, a qualidade da prova importa.
A perícia econômico-financeira organiza fatos, documentos e critérios de cálculo para responder a uma questão técnica de forma verificável. O trabalho pode envolver contratos, demonstrações contábeis, fluxos financeiros, atualização de valores, perdas, haveres e outras bases quantitativas.
A Finecon trabalha com premissas declaradas, memória de cálculo e documentação de suporte, para que o raciocínio possa ser conferido por advogados, partes, magistrados e demais profissionais envolvidos.
Quando este trabalho costuma fazer sentido
- Há divergência relevante sobre cálculos, saldos, contratos ou valores apresentados por uma das partes.
- O processo exige quantificação de perdas, danos, lucros cessantes, atualização monetária ou liquidação.
- É necessário avaliar documentos financeiros e demonstrar tecnicamente a origem de uma diferença.
- O escritório precisa de suporte econômico para formular ou contestar uma tese que depende de números.
O que pode fazer parte da entrega
- Laudo ou parecer econômico-financeiro.
- Memória de cálculo e planilhas de suporte.
- Análise crítica de documentos e premissas.
- Respostas a quesitos técnicos, quando aplicável.
- Relatório executivo com os principais achados.
Como a Finecon estrutura o trabalho
O processo começa por uma conversa de diagnóstico. A partir do contexto e dos documentos disponíveis, a Finecon identifica a natureza da questão econômico-financeira, o que precisa ser calculado, demonstrado ou contestado e quais informações serão necessárias.
Em seguida, o trabalho é formalizado por proposta com escopo, prazo, metodologia, documentos e honorários definidos. A execução combina levantamento documental, tratamento das bases, análise econômica e elaboração do entregável adequado ao caso.